Então se você também esta com aquela "pulga" atrás da orelha querendo ver o iPhone por dentro aqui está o que procura.
Mas cuidado, cenas chocantes!
Espero não ter ofendido aqueles que são mais sensíveis, e agradeço ao Gui Leite pela dica!
Recebendo mais bits do que o esperado!
Dez lojas em Bangalore e Pune começam a vender estes equipamentos no Domingo.
Os críticos dizem que por 300 dólares pode-se adquirir notebooks básicos na Índia e que o preço que a Microsoft quer impor ainda é um obstáculo considerável.
Quando comparado com a outra iniciativa parecida, a One Laptop per Child XO, as diferenças ainda são maiores. Já que esta última iniciativa prevê a venda de computadores por 175 dólares, mas partem de uma organização sem fins comerciais e que vai fornecer diretamente aos governos envolvidos.
Enquanto o Tio Bill quer vender diretamente para os usuários finais.
Antes que eu me esqueça:
O IQ PC vem equipado com um 1GB RAM, 80GB de disco rígido e processadores dual core da AMD.
Bem melhor que os básicos Brasileiros que possuem míseros 256 Mb de RAM e normalmente 40GB de HD e aqueles aquecedores (processadores) Celeron!
(Sem falar que o preço e quase o mesmo)
"Um consumidor americano descobriu que não tem permissão para tocar seus próprios discos de 78 rotações. A licença de uso dos fonogramas, fabricados em 1906, proíbe copiar a música ou o processo de fabricação. Mais ainda, proíbe o dono do disco de tocá-lo em casa caso o tenha comprado por menos de US$ 1.
Os esforços para manter o monopólio de obras e de tecnologia estão vivos desde os primeiros dias da indústria fonográfica. Damon Burke, um físico americano que aprecia discos antigos, comprou um disco de 78 rotações, prensado em 1906, com a peça Ave Maria de Gounod.
Em seu site pessoal, Burke analisa a licença de uso do disco e explica porque está legalmente impossibilitado de ouvi-lo hoje em dia. Seus comentários mereceram menção no site comunitário de notícias Slashdot.
Burke conta que, ao analisar melhor o disco, observou que o rótulo em um dos lados traz, em letras miúdas, os termos de uso, algo similar a uma EULA de software hoje em dia. A restrição mais importante e de mais destaque é, justamente, a que regula o preço de venda do produto. "No mundo de hoje, com todos esses processos judiciais da RIAA e mecanismos DRM contra cópia, é intrigante descobrir que a indústria fonográfica já empregava essas táticas na virada do século XX", diz Burke. O acetato foi prensado pela Victor Record Company.
Pela licença, Burke estaria impedido de tocar o disco em sua casa, pois o comprou por menos de um dólar. E, o que é pior, não tem para quem pedir uma nova licença caso quisesse.
"O aviso no rótulo não dá nenhuma informação sobre o que fazer caso eu seja pego com uma cópia não autorizada. Eu poderia contatar a Victor Record Company, mas eles foram vendidos para a RCA, que por sua vez foi adquirida pela GE, que na seqüência vendeu sua divisão fonográfica para a BMG, que por sua vez se fundiu com a Sony. Então, se eu contatasse a Sony para informá-los de que tenho uma cópia sem licença da Ave Maria de Gounod, tenho certeza de que eles simplesmente me mandariam apagar o MP3 do meu disco rígido. E, o que é pior, mesmo assim eu ainda posso ser processado", completa o físico com ironia.
A interessante descrição do caso está no site pessoal de Damon Burke, acessível pelo atalho dtmurl.com/asg."