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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Apple vs Intel: O mundo realmente da voltas!


Quem diria que 10 anos depois desse vídeo, que essas duas empresas trabalhariam juntas para produzir os melhores computadores já vistos?
A imagem “http://images.apple.com/br/mac/images/pb_macbook_pro20071026.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

sábado, 30 de junho de 2007

Veja as entranhas do iPhone

Não demorou muito para que o primeiro maluco gastasse uma pequena fortuna para comprar um iPhone (na verdade dois) só pelo prazer de desmonta-lo e ver "suas entranhas"

Então se você também esta com aquela "pulga" atrás da orelha querendo ver o iPhone por dentro aqui está o que procura.

Mas cuidado, cenas chocantes!















Espero não ter ofendido aqueles que são mais sensíveis, e agradeço ao Gui Leite pela dica!

terça-feira, 26 de junho de 2007

Agora mais do que nunca EU QUERO um computador da Apple!

Deste que vi pela primeira vez um computador da Apple em 1999 no Carrefour.
Eu fiquei muito impressionado pelo sistema, mesmo com o mouse sem a "bolinha" impossibilitando minha exploração inicial do sistema.

Deste então toda vez que ia ao carrefour, sempre passava (e ainda passo) pela seção de informática para procurar um computador da Apple.

Mas agora, depois de todos esses anos.
Depois de todas as frustrações do Windows e da dificuldade em achar drivers e programas profissionais para Linux.

Eu resolvi tomar uma atitude que irá mudar minha vida:
"Meu próximo computador terá que ser da Apple"

Agora só falta resolver um pequeno problema: de onde eu irei tirar dinheiro pra comprar um computador da Apple (que no Brasil tem seu preço multiplicado por 4 ou 5 dependendo do modelo)?

O motivo dessa decisão e bem simples: cansei das mensagens de erro do Windows que explicam tanto quando ler um manual em chinês de cabeça pra baixo!

Pelo menos na hora de desgraça o pessoal da Apple tem senso de Humor!

(Clique para ampliar)

Inspirado no O senso de humor do Jobs escrito pelo Bruno Godoi

segunda-feira, 12 de março de 2007

Curiosidade: Cartão de Visita Metálico do Steve Wozniak – Co-fundador da Apple


Steve Wozniak, co-fundador da Apple é outra lenda no meio da informática. Ele e o “comparsa” Steve Jobs fundaram a Apple zentilhões de anos atrás. Em uma entrevista no Comedy Central, Steve Wozniak comentou sobre seu cartão de visita de metal que ele usa para cortar os bifes em viajem de avião. Papo furado? Não, veja o cartão !

Fonte: Tecnomodo

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

As 10 melhores (e piores) coisas sobre a Apple, segundo articulista

APÓS escrever sobre o que acha serem as 10 piores coisas que dizem respeito à Apple Inc., fabricante do iPod e do computador Macintosh -- em cujo artigo o autor relacionou "qualidades" como arrogante, litigiosa e lunática -- articulista do Silicon.com procura agora (e encontra) o que a empresa de Steve Jobs tem de bom.

"As pessoas parecem tanto amar quanto odiar a Apple. No período em que o Silicon.com tem publicado notícias sobre a empresa os comentários recebidos são sempre os mais animados e polarizados em seus pontos de vista", observa Seb Janacek em seu artigo.

Baseado em anos de feedback de leitores no site e no fórum do Silicon.com, Janacek relaciona o que há de melhor em relação à Apple Inc. (ordem irrelevante):

  • O Mac: "Seus excelentes recursos agora fazem parte de cada computador pessoal existente no mundo hoje".
  • Facilidade de uso: "O Mac OS, em particular, há muito tem a fama de ser mais amigável que o Windows".
  • iPod: "O impacto do produto tanto na Apple quanto na música digital não pode ser subestimados."
  • Inovação: "A fabricante do Mac é quem dita a agenda tanto do hardware quanto do software. Onde a Apple lidera, outros seguem."
  • Steve Wozniak: "É um gênio da engenharia, anos à frente de seu tempo, cuja visão fundamentou a computação moderna."
  • Steve Jobs: "Talvez mais que qualquer outro CEO, Jobs é sinônimo da companhia que dirige e a idéia da saída desse grande homem é suficiente para causar palpitações no coração de fãs do Mac e de acionistas."
  • Mac OS X: "Amigável, elegante, estável e (até agora) praticamente à prova de vírus, cheio de boas qualidades. O Windows Vista chegou para a festa com seis anos de atraso, agarrado a uma garrafa de Blue Nun." [Blue Nun, ou "Freira Azul", era uma marca de vinho vista por alguns como um totem à cafonice e à falta de sabor, segundo artigo sobre vinhos escrito por Tom Cannavan.]
  • Mitologia: "A Apple é a maior das histórias do Vale do Silício, tendo começado sua vida em um quarto antes de mudar-se para uma garagem."
  • iPhone: "Chegando em algum momento do próximo verão, trata-se de uma enorme aposta para Steve Jobs e turma, mas aposto que será sua próxima história de sucesso."
  • Uma alternativa: "Hegemonias mudam mais ou menos a cada década. A IBM teve seu momento, a Microsoft está tendo o dela, o Google pode ser o próximo, mas a Apple provou ser a mais durável alternativa para o consumidor e uma rival para os principais jogadores pelos últimos 30 anos devido aos nove motivos listados acima."
Muito mais detalhes no artigo completo de Janacek. Vale a pena também a leitura de sua relação das 10 piores coisas da Apple, aqui.

Fonte: MacPress

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Beatles não serão exclusivos do iTunes, diz Fox News

QUANDO o catálogo completo da extinta banda de rock inglesa The Beatles estiver disponível para ser baixado legalmente via Internet, esse não será um privilégio exclusivo do serviço online iTunes Music Store, da Apple Inc., conforme tem-se especulado devido ao recente acordo entre a Apple dos Beatles e a Apple de Steve Jobs, segundo uma reportagem.

Roger Friedman escreve no Fox News que Neil Aspinal, cabeça da Apple Corps e escudeiro do legado dos Beatles nos últimos 40 anos, disse-lhe no último fim de semana que todas as faixas da banda inglesa logo estarão disponíveis para download. "Todos os 13 álbuns originalmente lançados em CD em 1987 foram remasterizados. Em algum momento serão todos lançados [para download], provavelmente ao mesmo tempo", disse Aspinal.

Segundo Friedman, Aspinal acrescentou que, agora que "ganhou" sua longa batalha contra a Apple Inc., os Beatles logo estarão disponíveis para download.

Friedman lembra que o último imbróglio jurídico entre as duas Apple ocorreu quando a dos Beatles processou a de Steve Jobs em 2002 alegando quebra do acordo feito entre as empresas em 1991 pelo qual a então Apple Computer (hoje Apple Inc.) estava proibida de atuar no mercado musical com a marca Apple. Em decorrência do processo de 2002, a empresa de Steve Jobs pagou à dos Beatles cerca de US$ 43 milhões. "Jobs et al ganharam, mas o caso foi para apelação. Antes que a corte de apelações tomasse uma decisão, um acordo foi feito", referindo-se ao assinado entre elas no início de fevereiro de 2007.

Friedman diz ainda que outras fontes suas (e não o próprio Aspinal, com quem não discutiu o assunto) dizem que os Beatles podem ter ganho da Apple Inc. o direito de receber royalties sobre o iTunes e o hardware do iPod como parte do acordo, mas que ele não envolve downloads. "Mas agora Aspinal diz que, quando as músicas dos Beatles forem oficialmente oferecidas na Internet, 'estarão em todos os serviços, e não em só um'. Portanto, todas as músicas dos Beatles estarão no iTunes, no Rhapsody, etc."

Mais detalhes no artigo completo de Friedman.

Fonte: MacPress

iPhone não é ameaça, diz fabricante do BlackBerry Pearl

A Research In Motion (RIM) não se sente ameaçada pela entrada do iPod-celular iPhone no mercado, diz seu diretor-presidente, que produz o smartphone BlackBerry Pearl. Para ele, o iPhone é só mais um.

"É mais uma novata num já bastante concorrido espaço com muitas escolhas para o consumidor", disse Jim Balsillie, da RIM, sobre a Apple, conforme relatado por Wojtek Dabrowski para a agência Reuters. "Mas em termos de ameçara ao BlackBerry, acho que isso é exagero."

Segundo Dabrowsky, Balsillie disse que o lançamento do iPhone torna válida a idéia de que deve-se esperar que telefones celulares incorporem recursos multimídia, como música.

Dabrowsky observa que o Pearl teve boa aceitação pelo mercado, ao passo que alguns analistas questionam a decisão da Apple de posicionar o preço do iPhone -- que, indubitavelmente, é inovador em diversos aspectos -- no um tanto elevado patamar de 500 dólares para o modelo de 4 GB.

"O custo tem sido um obstáculo-chave na conversão de usuários de telefone celular em usuários de handhelds mais caros. O Perl é vendido pela operadora T-Mobile por US$ 149,99", relata Dabrowsky.

Mais detalhes no artigo completo de Dabrowsky.

Fonte: MacPress

Reflexões sobre Música

Steve Jobs
6 de fevereiro de 2007

Com o impressionante sucesso do tocador de música digital da Apple, o iPod, e também da loja de música on-line iTunes, pediram para a Apple que ela “abrisse” o sistema de gerenciamento de direitos digitais (DRM, digital rights management, no original em inglês) que ela usa para proteger de roubo, a música que vende, de modo que uma canção comprada da iTunes pudesse ser tocada em dispositivos digitais de outras empresas e, por outro lado, que músicas protegidas, compradas em outras lojas on-line pudessem tocar no iPod. Vamos examinar a situação atual e como chegamos até aqui, para depois olhar três possíveis alternativas para o futuro.

Para começar, é sempre bom lembrar que todos os iPods tocam música que não possui qualquer tipo de DRM e gravadas em formatos licenciados “abertos”, como MP3 e AAC. Os donos de iPod podem comprar, e compram, suas músicas de várias fontes, incluindo de CDs que eles adquiriram. As músicas de um CD podem ser facilmente importadas para o programa iTunes, que pode ser baixado gratuitamente e roda tanto em Macs como em PCs com Windows, e automaticamente codificada nos formatos AAC e MP3 sem qualquer DRM. Essas músicas podem ser tocadas em iPods ou em qualquer outro tocador de música que aceite esses formatos abertos.

O atrito está na música que a Apple vende em sua loja on-line, o iTunes store. Já que a Apple não é dona e não possui controle sobre as músicas, ela deve licenciar os direitos de distribuir as canções de outros, especificamente das “quatro grandes” gravadoras: Universal, Sony BMG, Warner e EMI. Estas quatro companhias controlam a distribuição de mais de 70% da música em todo o mundo. Quando a Apple se aproximou dessas empresas para licenciar suas músicas para distribuí-las legalmente pela internet, elas foram extremamente cautelosas e pediram para a Apple que ela protegesse as canções para que não fossem copiadas ilegalmente. A solução foi criar um sistema de DRM, que envelopa cada canção comprada na iTunes store com um software especial e secreto, assim, elas não poderão ser reproduzidas em equipamentos não autorizados.

A Apple conseguiu negociar direitos de uso inéditos para a época, que incluíam permitir aos usuários tocar suas músicas protegidas com DRM em até cinco computadores e em um número ilimitado de iPods. Obter esses direitos das gravadoras foi algo sem precedentes naquele momento, e até mesmo hoje não foi igualado pela maioria dos serviços de música digital. Porém, um ponto chave do nosso acordo com as gravadoras é que se o nosso sistema de DRM for comprometido e as músicas se tornarem reproduzíveis em equipamentos não autorizados, temos apenas algumas poucas semanas para resolver o problema ou eles podem retirar todo o seu catálogo de músicas da nossa iTunes store.

Para evitar cópias ilegais, os sistemas de DRM podem permitir que apenas equipamentos autorizados possam tocar a música protegida. Se uma cópia de uma canção protegida por DRM é colocada na internet, não deverá ser possível tocar no computador onde ela foi baixada ou em um outro equipamento portátil. Para conseguir isso, um sistema de DRM possui seus segredos. Não existe outra teoria de conteúdo protegido que não seja manter segredos. Em outras palavras, ainda que alguém use o sistema de segredos criptográficos mais sofisticado para proteger uma música, as chaves que destravam os segredos para a música devem ser “escondidas” no computador do usuário ou tocador de música portátil. Ninguém ainda implementou um sistema de DRM que não dependa de tais segredos para sua operação.

O problema, é claro, é que existem muitas pessoas espertas no mundo, com muito tempo livre, que adoram descobrir tais segredos e depois publicar o jeito para qualquer um pegar música grátis (e roubada). Essas pessoas, geralmente, têm sucesso em sua empreitada, assim, qualquer empresa tentando proteger seu conteúdo usando um DRM deve frequentemente atualizá-lo com segredos novos e ainda mais difíceis de serem descobertos. É um jogo de gato e rato. O sistema de DRM da Apple se chama FairPlay. Apesar de termos tido algumas falhas no FairPlay, tivemos sucesso em repará-las, através de atualizações no software da iTunes store, o aplicativo iTunes, e nos programas do próprio iPod. Até o momento, mantivemos nosso compromisso com as gravadoras para proteger suas músicas, e demos aos usuários os direitos de uso mais liberais disponíveis na indústria de música baixada da internet legalmente.

Com esse histórico, vamos agora explorar três diferentes alternativas para o futuro.

A primeira alterativa é continuar tudo como está, com cada um dos fabricantes competindo livremente com seus sistemas proprietários “de ponta a ponta” para vender, tocar e proteger música. É um mercado muito competitivo, com grandes empresas globais investindo pesado para desenvolver novos tocadores de música e lojas de música on-line. Apple, Microsoft e Sony, todas competem com sistemas proprietários. As músicas compradas na loja do Zune, da Microsoft, só irão tocar no Zune; as músicas compradas na loja Sony Connect só tocarão nos aparelhos da Sony; e as músicas compradas na iTunes store, da Apple, só irão tocar em iPods. Esse é o atual modelo de negócios na indústria, e os usuários estão sendo bem servidos com contínuos lançamentos de produtos inovadores e uma grande variedade de escolha.

Alguns argumentam que uma vez que o consumidor compra uma quantidade de músicas de uma das lojas virtuais proprietárias, ele está para sempre restrito a usar apenas os tocadores digitais daquela empresa. Ou, se ele comprar um tocador específico, estará atado a comprar apenas as músicas da loja da empresa proprietária. Isso é verdade? Vamos olhar os dados para os iPods e para a loja iTunes store — eles são os produtos de maior sucesso da indústria e temos dados precisos sobre eles. Até o final de 2006, os consumidores compraram um total de 90 milhões de iPods e 2 bilhões de músicas na iTunes store. Na média, isso significa que foram compradas 22 músicas na iTunes store para cada iPod vendido.

Hoje, o iPod mais popular armazena mil músicas, e uma pesquisa aponta que o iPod normalmente está quase cheio. Isso significa que apenas 22 de mil músicas, ou menos que 3% das músicas em um iPod médio, foi comprada na iTunes store e estão protegidas por DRM. Os outros 97% das músicas estão desprotegidas e podem ser reproduzidas em qualquer tocador que utilize formatos abertos. É difícil de acreditar que apenas 3% das músicas em um iPod sejam o suficiente para obrigar os usuários a comprarem apenas iPods no futuro. E desde que 97% das músicas em um iPod não foram compradas na iTunes store, os usuários de iPod claramente não estão presos a comprarem suas músicas apenas na iTunes store.

A segunda alternativa é a Apple licenciar sua tecnologia FairPlay DRM, para os atuais e futuros concorrentes com o objetivo de conseguir uma interoperabilidade entre tocadores e lojas de música de empresas diferentes. Na aparência, parece ser uma boa idéia, já que pode oferecer aos consumidores mais opções agora e no futuro. E a Apple poderia se beneficiar disso, cobrando um pequeno valor pela licença do seu FairPlay DRM. Porém, quando olhamos mais profundamente, os problemas começam a aparecer. O mais sério deles é que licenciar um DRM envolve revelar alguns dos seus segredos para muitas pessoas, em muitas empresas, e a história nos mostra que dessa maneira invariavelmente esses segredos acabam vazando. A internet tem tornado estes vazamentos muito mais prejudiciais, já que um único vazamento pode se espalhar pelo mundo todo em menos de um minuto. Esses vazamentos podem rapidamente resultar em aplicativos disponíveis para download gratuito na internet, que irão desabilitar a proteção DRM para que as canções antes protegidas possam ser reproduzidas em tocadores não autorizados.

Um outro problema tão sério quanto o anterior é como rapidamente reparar o estrago causado por um vazamento. Um reparo com sucesso provavelmente envolve melhorias no software da loja de música, e também nos aplicativos que vão nos tocadores digitais, introduzindo neles novos segredos, depois é preciso transferir esse software atualizado para as dezenas (ou centenas) de milhões de Macs, PCs com Windows e tocadores já em uso. Isso tudo deve ser feito rapidamente e de maneira coordenada. Tal tarefa é muito difícil quando apenas uma empresa controla todas as partes. É quase impossível se múltiplas empresas controlam partes do quebra-cabeça, e todas elas precisam agir rápida e coordenadamente para reparar o estrago feito pelo vazamento.

A Apple concluiu que se ela licenciar o FairPlay para outros, ela não pode mais garantir que irá proteger a música que licencia das quatro grandes gravadoras. Talvez essa mesma conclusão contribuiu para a recente decisão da Microsoft em mudar a sua ênfase de um modelo “aberto” de licenciamento do seu DRM para outros, para um modelo “fechado”, oferecendo uma loja de música proprietária, software proprietário e tocadores proprietários.

A terceira alternativa é abolir o DRM totalmente. Imagine um mundo onde todas as lojas online vendessem música codificada sem DRM, em formatos licenciados abertos. Num mundo assim, qualquer tocador pode reproduzir músicas compradas em qualquer loja, e qualquer loja pode vender música que será reproduzida em qualquer tocador. Essa é, claramente, a melhor alternativa para os consumidores, e a Apple a abraçaria num piscar de olhos. Se as quatro grandes gravadoras licenciassem para a Apple suas músicas sem o requisito que elas fossem protegidas por um DRM, nós mudaríamos para vender apenas música sem DRM na nossa iTunes store. Todo iPod fabricado tocará essa música sem DRM.

Por que as quatro grandes gravadoras concordariam em deixar a Apple e os outros distribuir suas músicas sem usar os sistemas de DRM para protegê-las? A resposta mais simples é porque os DRMs não funcionaram, e poderão nunca funcionar, para deter a pirataria. As quatro grandes gravadoras exigem que todas as suas músicas vendidas on-line sejam protegidas com DRM, essas mesmas gravadoras continuam a vender bilhões de CDs por ano que contém músicas totalmente não protegidas. É isso mesmo! Não existe um sistema de DRM desenvolvido para o CD, assim, todas as músicas distribuídas em CDs podem ser facilmente colocadas na internet e depois (ilegalmente) serem baixadas e tocadas em qualquer computador ou tocador.

Em 2006, quase dois bilhões de músicas protegidas por DRM foram vendidas em todo mundo pelas lojas on-line, enquanto que 20 bilhões foram vendidas totalmente sem DRM e desprotegidas em CDs pelas próprias gravadoras. Elas vendem a grande maioria de suas músicas sem DRM e não dão sinais de mudar esse comportamento, já que o grosso do seu faturamento depende da venda de CDs que devem tocar em tocadores de CD comum que não aceitam nenhum sistema DRM.

Então, se as gravadoras vendem mais de 90% de suas músicas sem DRM, qual o benefício que elas tem em vender o restante de sua pequena porcentagem de canções, encaixotadas em um sistema de DRM? Parece que não existe nenhum. E ainda, o conhecimento técnico e investimento necessário para criar, operar e atualizar um sistema de DRM limitou o número de participantes aptos a vender música protegida por DRM. Se tais requisitos fossem removidos, a indústria da música poderia experimentar um fluxo de novas empresas dispostas em investir em novas lojas inovadoras e tocadores. Isso só pode ser visto como positivo pelas gravadoras.

Muitas preocupações sobre os sistemas DRM forma levantados em países europeus. Talvez aqueles descontentes com a atual situação devessem redirecionar suas energias para persuadir as gravadoras a vender música sem DRM. Para os europeus, 75% das quatro grandes gravadoras estão localizadas ali, bem pertinho deles. A maior, Universal, é 100% comandada pela Vivendi, uma empresa francesa. A EMI é uma empresa britânica, e a Sony BMG é 50% comandada pela Bertelsmann, uma empresa alemã. Convencê-las a licenciar suas músicas para a Apple e para os outros competidores sem DRM vai criar um mercado musical verdadeiramente interoperável. A Apple apoiará completa e entusiasticamente.

Fonte: Noticias Apple Brasil

Microsoft recomenda Garageband, da Apple, para fazer música no computador

A Microsoft publicou artigo em seu site no qual discute opções de software para fazer música no computador e, para usuários avançados, recomenda o Garageband, da Apple Inc., que é exclusivo para o sistema operacional Mac OS X.

O artigo é uma adaptação do original escrito por Marc Saltzman, da Microsoft Home Magazine, intitulado "A Microsoft no Lar".

Sobre o Garageband, a Microsoft diz:

"Parte do iLife '05, suíte de aplicações integradas (que inclui o iMovie e o iDVD), o Garageband é um popular programa que transforma o computador Macintosh em um estúdio de gravação de qualidade profissional para músicos.

"A interface intuitiva permite aos amantes da música criar e gravar música selecionando dentre os mais de 50 instrumentos virtuais (incluindo um convincente piano) e mais de 1000 loops de áudio de qualidade profissional que podem ser usados em uma nova composição. Músicos podem também ligar instrumentos a seu computador, tais como teclado ou guitarra elétrica (via entrada analógica ou microfone), os quais podem ser gravados, editados e mixados juntos com outras trilhas.

"Usuários do Garageband também podem adicionar mais instrumentos e loops com quaisquer dos quatro Jam Packs (US$ 99). Esses discos de expansão adicionam mais de 2 mil loops cada um e dúzias de novos instrumentos, dentre outros recursos."

Mais detalhes no artigo completo da Microsoft.

Fonte: MacPress

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Co-fundador da Intel compra o micro de seus sonhos: um MacBook Pro, da Apple

LEZ Vadasz, membro fundador da Intel em 1968 e aposentado em 2003, finalmente comprou o computador de seus sonhos: um portátil da linha profissional MacBook Pro, da Apple Inc.

Steve Jurvetson, ex-executivo de marketing da Apple e da NeXT Software, conta em nota intitulada "Permissão para falar livremente" de seu blog no Flickr que esteve com o co-fundador da Intel -- "crachá nº 3", conta ele -- na noite de anteontem (6/2) e notou que Vadasz, que foi o gerente de projeto da primeira memória DRAM, da primeira EPROM e do primeiro microprocessador do mundo, estava de posse de um novíssimo MacBook Pro.

"Tive que perguntar, com um risinho disfarçado: 'Então você finalmente acabou comprando o computador com o qual sempre sonhou, agora que ele é Intel Inside?' Lez respondeu: 'Pode ter certeza!'", conta Jurvetson.

Fotos maiores podem ser vistas em seu blog.

Fonte: MacPress

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Coloque o iPhone no desktop de seu Mac

A produtora alemã de software Xnet anunciou hoje (5/2) o lançamento de seu mais novo produto: o iSoftPhone, programa para fazer ligações telefônicas via Internet no sistema operacional Mac OS X cuja interface imita a do iPhone, da Apple Inc.

O iSoftPhone é um programa simples de telefonia VoIP que, segundo a empresa sediada em Hamburgo, Alemanha, é configurável em apenas um passo e provê total compatibilidade e alta qualidade sonora em uma interface intencionalmente semelhante à do iPhone.

"Este não é um pedaço de programa da Apple compatível com Java ou versão portada para Mac de programa para Windows ou Linux. Tentamos fazer algo divertido criando uma interface familiar ao produto lançado na [Macworld] Expo. É uma pura implementação para Mac apenas para usuários de Mac. Assim, a experiência que o usuário terá será a melhor", diz a empresa na nota à imprensa.

Mais informações e download nesta página da Xnet.

Fonte: MacPress

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