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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Saiu o firmware 2.2 para o iPhone/iPhone 3G

Saiu nesta sexta-feira o tão esperado firmware 2.2 para o iPhone, o pequeno download de 246,4Mb .
(Que espero conseguir baixar ainda hoje!)

Acrescenta várias funções ao Google Mapas, como o já esperada "street view" (assim como disponível no Android), além de traçar rota tanto no modo "a pé" ou "de carro" (não sei ainda como será chamado, mas é basicamente isso!), permitindo também que você compartilhe a sua localização através do e-mail, tipo mandar um e-mail dizendo "estou aqui!" (o que deve acabar com "meia duzia" de aplicativos que fazem isso na App Store)

Além das aguardadas funções de baixar os Podcasts diretamente pelo iPhone, e de melhorias na estabilidade do Safari, fora a possibilidade desativar a auto-correção (que muitos odeiam, mas eu adoro!).

Sem falar nas correções de bugs, e algumas melhorias na qualidade das chamadas e do VoiceMail (que ainda não testei).

sábado, 15 de novembro de 2008

Desbloqueando o iPhone 3G pela Vivo, parte #3 (Finalmente a libertade!)

Finalmente após tanto reclamar e ameaçar, a vivo desbloqueou o meu iPhone! :)

Tudo o que eu tive que fazer foi mandar o iTunes procurar por atualizações!
Como ninguém da vivo tinha de dito, eu fiz só por desencarno de consciência, já que nada o que a vivo me dizia pra fazer dava certo. (eles só me diziam pra abrir o iTunes e sincronizar que apareceria uma janela pedindo a senha do desbloqueio)

Porem quando eu mandei o iTunes procurar por atualizações pro meu iPhone, ele só de dize que tinha uma atualização para as configurações da operadora.
Após um download irrisório, o iPhone estava desbloqueado! (sem pedir nenhuma senha, e sem dar nenhuma informação sobre isso, eu só descobrir o desbloqueio do meu iPhone pois coloquei o meu SIMCARD da TIM pra testar de teimosia!)

Então para aqueles que compraram um iPhone no Brasil e solicitaram o desbloqueio, fica a dica: Após solicitar o desbloqueio na operadora, mande o iTunes procurar por atualizações!

P.s.: Ao contrario dos outro telefones, no iPhone não se precisa ficar que nem um doido atrás das configurações da rede da operadora, para poder acessar a internet, basta colocar o SIM-card, que como em todos os produtos da Apple, simplesmente funciona sem que você tenha que configurar tudo na mão!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

iPhone vs. Google Picasa2

Que saco!

Quando algo que simplesmente deveria funcionar, começa a incomodar, é sinal de que algo não está certo!

Basta eu abrir o Picasa do Google para importar as fotos das minhas aulas (tem horas que não da mais pra copiar nada!) para que comecem a aparecer mensagens de erro com aquele barulho característico de Erro do Windows!

Nem posso importar minhas fotos, sem dar de cara com isso!
As vezes basta abrir o Picasa com o iTunes aberto para que inúmeras janelas de erro como essa comecem a pipocar na minha tela!

Agora é só eu terminar de pagar o iPhone e começar a juntar dinheiro novamente, dessa vez será para um MacBook!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Desbloqueando o iPhone 3G pela Vivo, parte #2

Continuação do post anterior!

Parece que a VIVO tem alguma admiração pela minha pessoa a ponto de não querer me perder como cliente, afinal se passarem apenas 27 dias que solicitei pela primeira vez o desbloqueio do meu iPhone e ainda não conseguiram(quiseram) desbloquear!

Nesse sábado a vivo me ligou sobre o chamado aberto na ANATEL, e tentamos novamente o desbloqueio:

Ao sincronizar o iPhone com o iTunes, me disseram apareceria uma janela pedindo uma senha de desbloqueio do iPhone.

Me pergunte se apareceu a tal janela?
NADA!

Então me deram outro numero de protocolo, e pediram que eu fosse numa loja da vivo que desbloqueariam o meu iPhone, eu fui na loja, solicitaram no sistema (VIVO NET) o qual constava "aparelho bloqueado" e nada do iPhone desbloquear!

Encaminharam o caso ao "responsável pelo desbloqueio de iPhones" e a gerente da loja me deu o telefone dela (para o caso não entrarem em contato comigo), então novamente aguardo alguem da vivo me ligar, pra tentar pela 5ª vez desbloquear o meu iPhone!

Começo a pensar que pagar um pouco a mais por um iPhone 3G desbloqueado vindo da Itália não teria sido nada mau! (o ruim e que teria que pagar a vista)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Dica de Aplicativo pro iPhone: WorldView

Começando agora uma série de dicas sobre aplicativos pro iPhone, irei "falar" primeiramente de um que particularmente chamou a minha atenção, o WorldView!



Esse aplicativo para quem leu o livro 1984, é a prova definitiva que o "Grande Irmão" realmente está de olho em nós, porem neste caso, nós é quem ficamos de olho, permitindo que saibamos como está o transito antes de sair de casa por exemplo!

Ao usa-lo no centro do Rio, e pedir que mostrasse as câmeras próximas, tive acesso a várias imagens das câmeras da prefeitura devidamente identificadas com o endereço da rua onde se encontram.
(com um delay de 2 a 40 minutos)!

Estão disponíveis imagens de 6000 câmeras espalhadas em vários países, e o aplicativo funciona em inglês, francês e alemão!

Este aplicativo esta disponivel gratuitamente para download na iTunes App Store!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Desbloqueando o iPhone 3G pela Vivo, parte #1


Recentemente (a uns 15 dias) adquiri um iPhone 3G pela vivo, e como eu já tinha uns pontos por causa do modem do Vivo Zap, consegui um desconto no aparelho, porem como eu não pretendia ter mais uma linha da vivo (a do modem já bastou pra eu odiar a operadora!), acabei pegando o iPhone no pre-pago (com o meu desconto, saiu pelo preço de um iPhone num plano pos-pago) e minha intensão era de usar a minha linha da TIM (tenho essa linha deste que a TIM passou a operar no Rio e não quero trocar de operadora!).

Porem como a Vivo nunca facilitou nada pra mim, estou 15 dias tentando desbloquear o iPhone e nada!
Quando ligo pra vivo e consigo ser atendido (coisa que não ocorre com freqüência!), depois de transferirem a minha ligação umas N vezes, me pedem pra ir a uma loja própria da vivo na qual eu fico 2 horas numa fila até ser atendido, e depois (na loja) me pedem pra aguardar uma hora e sincronizar o iPhone com o iTunes para que o aparelho seja desbloqueado!

Até hoje ainda estou preso na vivo com uma linha pre-paga! (não queira usar o iPhone no pre-pago, pois o aparelho sem um plano de dados e uma tortura!)

Já de disseram pra sincronizar o iPhone com um Chip (SIM Card) de outra operadora, porem o iPhone não sincroniza com um "SIM Card" que não seja da VIVO! :(

Já liguei pra ANATEL e vamos ver que bicho dá!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Driblando a lei seca com o iPod Touch!

Aqueles que me conhecem sabem da minha paixão pelos produtos da Apple, embora eu não seja muito fã de bebidas alcoólicas, percebi que muitas pessoas tem driblado a lei seca estabelecida no Brasil com seus iPods Touch e com iPhones (embora ainda não esteja disponível oficialmente)



Como pode ser visto pela imagem ao lado o aplicativo o mais vendido na iTunes App Store Brasil foi o iBeer.



O que até faz sentido, levando em conta que nos Brasileiros além de ainda não termos músicas ou vídeos disponíveis na iTunes Store, também não temos jogos :(



Pra quem não conhece o iBeer, e um aplicativo que simula uma cerveja!

Sim! realmente existe um simulador de cerveja!



E o melhor de tudo e que essa cerveja não te reprova no bafômetro! :p



Porem se você também não é fã de bebidas alcoólicas, porem achou o iBeer legal e não quer ficar de fora dessa, existe a opção do iMilk! (sexto aplicativo mais vendido :p)





(Como foi sugerido pelo Rael, existe a possibilidade de usar o iMilk para se fazer um iChantily)



Ambos os aplicativos saem por $2,99 cada na iTunes Store!

segunda-feira, 28 de maio de 2007

iTunes fica livre de DRM esta semana?

Fontes de informação ligadas ao processo garantem que amanhã que a loja da Apple começará a disponibilizar as músicas do catálogo da EMI livres de restrições de DRM.

O anúncio deste acordo entre a iTunes e a EMI foi feito há já algum tempo mas ainda não tem aplicação prática uma vez que a Apple ainda não havia desvendado a data para a sua ativação. Recorde-se que até agora todas as músicas vendidas no iTunes estão protegidas por um sistema de DRM (Digital Rights Management) que impede a sua reprodução ou cópia para outros equipamentos do usuário além do seu iPod e computador onde tem o software iTunes instalado.

Fonte: Exame Informática

sábado, 12 de maio de 2007

Electronic Arts lança novos jogos para o iPod


“The Sims Bowling” é um dos novos títulos já anunciados pela Electronic Arts Mobile, a divisão da EA que desenvolve conteúdos para equipamentos móveis.

Apesar de apenas um dos jogos ter sido desvendado, a EA garante que está preparando uma lista de novos títulos especialmente desenvolvidos para o leitor multimídia portátil da Apple.
Os jogos para iPod estão disponíveis através da loja iTunes onde podem ser adquiridos por 4 euros.

Fonte: Exame Informática

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Use seu iPod no Vista sem medo

iPod Nano 4 GB.Imagine a seguinte situação: um iPod conectado num computador com Windows Vista através da porta USB. Então, você desconecta o iPod do computador.
E aí ocorre o que todos temem: os dados do seu player se corrompem.

Isso acontecia de duas maneiras:

  • Usando o recurso Remover hardware com segurança na bandeja do sistema para desconectar o iPod e, em seguida, removê-lo da conexão USB;
  • Usar o comando Ejetar, do Windows Explorer, para desconectar o iPod. Novamente, em seguida removê-lo da conexão USB.

Até então, a única maneira segura de desconectar o iPod de um PC rodando Windows Vista era através do iTunes.

Há alguns dias a Microsoft liberou uma correção para este problema.
Precisa validar o Windows, e está disponível nas versões x86 (32 bits) e x64 (64 bits).

Download: Atualização para o Windows Vista (KB936824) (x86 - 32 bits).

Download: Atualização para o Windows Vista (KB936824) (x64 - 64 bits).

Esse e mais um dos downloads obrigatórios para usuários do Windows Vista

Fonte: WinAjuda

quarta-feira, 4 de abril de 2007

DRM: o início do fim

[EMI e Apple] Os rumores da manhã se confirmaram. Hoje a Apple e a EMI anunciaram que todo o catálogo da gravadora passará a ser vendido sem DRM. Aquele discurso do Jobs dizendo-se contra o DRM era, afinal, uma antecipação deste acordo que estava por vir. Vitória, afinal. Esse pode ser o gatilho que faltava para que as outras geradoras de conteúdo sigam o exemplo e eliminem de vez o DRM.

A proposta da EMI/ Apple

Segundo o TechCrunch, as músicas serão vendidas a US$ 1,29, ou seja, 30 centavos de dólar a mais do que as músicas com DRM, estarão no formato AAC (proprietário da Apple) e codificadas em 256 Kbits/s, o dobro das faixas atuais. Quem quiser comprar o álbum inteiro, o preço não mudará, mas a qualidade será maior e livre de DRM, assim como os videoclipes.

A notícia realmente é uma vitória em direção ao que todos pedem: o fim do DRM. Segundo o Jobs há negociações com outras gravadoras e espera-se que até o final do ano 50% do catálogo da iTMS seja DRM-free. A EMI informa em seu pressrelease que músicas sem DRM serão vendidas futuramente em outras lojas on-line, mas que a Apple é sua primeira parceria.

DRM é restrição

No mundo digital as empresas tiveram que inventar um meio de evitar cópias ilegais de seus produtos. Criaram o DRM, que restringe a liberdade de quem compra músicas e filmes, a ser cliente para o resto da vida do mesmo fornecedor. Essa restrição é complicada pois se você foi sempre cliente da Apple e de repente resolve comprar o Zune (tem certeza?), todas as músicas compradas legalmente para o tocador da maçã ficam inválidos. Claro, aqui no Brasil não podemos comprar músicas da Apple, mas isso é só para termos uma idéia do problema causado. O início do fim do DRM está longe do ideal, mas já é um grande avanço.

Fonte: Techbits

quarta-feira, 21 de março de 2007

Apple TV e novo iTunes já estão disponíveis

Uma set-top-box para ligar à TV e uma nova versão da loja de música e vídeo mais famosa da Internet – eis as duas novidades com que a Apple deu início à Primavera.

A Apple anunciou ontem o lançamento da Apple TV uma “caixa” que se conecta à TV e que permite a reprodução de vídeos e música em formato digital.


A set-top-box da Apple permite a conexão a um máximo de cinco computadores e é compatível tanto com “Mac” como com PC. A Apple TV está à venda por 299 dólares (cerca de 240 euros) no site da Apple.

A Apple TV permite o armazenamento de 50 horas de vídeo (40GB). Opera através de conexões por cabo e redes sem fios.

Mas esta não é a única novidade no “reino da maçã”. A empresa liderada por Steve Jobs também anunciou que já está disponível uma nova versão do iTunes.

A nova versão do iTunes pode ser instalada, a partir do site da Apple (ou do serviço de Software Update). Com este lançamento, o iTunes chega à versão 7.1.1.

Fonte: Exame Informática

segunda-feira, 19 de março de 2007

iTunes: Upgrade 7.1.1 para corrigir pequeno problema

itunesCD.jpgO pequeno problema é a corrupção completa, inexorável e em alguns casos irrecuperável das músicas e vídeos de alguns usuários. Vários inclusive descobriram que como tinham músicas antigas, que não eram mais parte do catálogo da Apple, não puderam recuperá-las com um novo download.

O pacote tem no mínimo 28MB. Usuários de Mac, podem clicar aqui.
Os usuários de Windows (a maioria!) , use este link.




Fonte: MeioBit.com

sexta-feira, 9 de março de 2007

O novo WGA do Windows liga pra casa

Na última terça-feira a Microsoft lançou um update para o WGA (Windows Genuine Advantage), com o objetivo de corrigir as últimas investidas que hackers sempre criam para o Windows. O WGA já causou muita controvérsia devido ao elevado número de falsos positivos, ou seja, pessoas com o sistema operacional original sendo classificadas como possíveis usuários de cópias piratas.

Um site, analisando o tráfego de dados ao se recusar a instalação deste update, notou que o programa envia informações à Microsoft como alguns dados do registro do Windows, a versão da ferramenta WGA e do sistema operacional, etc. A Microsoft diz que essas informações não são pra identificar quem não quer instalar o patch e sim para melhorar o software WGA.

Outras empresas já empregaram de artifícios parecidos para obter dados de seus usuários. Houve uma versão do iTunes que enviava informações à Apple com dados das músicas ouvidas. A Sony, através do seu polêmico rootkit, também recebia o playlist das músicas tocadas no PC por quem comprasse CDs com o seu selo.

Privacidade é uma questão crescente no mundo atual. As empresas querem saber o que os usuários estão fazendo em seus serviços, seja para melhorá-los, seja para combater fraudes. Mas esquecem de algo fundamental: avisar o consumidor que será monitorado. Os três casos acima caem exatamente neste problema. Esperto é o Google que todo mundo sabe que vigia a todos (Gmail, calendário, office on-line, busca...) e ninguém liga.



Fonte: Meiobit.com

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Beatles não serão exclusivos do iTunes, diz Fox News

QUANDO o catálogo completo da extinta banda de rock inglesa The Beatles estiver disponível para ser baixado legalmente via Internet, esse não será um privilégio exclusivo do serviço online iTunes Music Store, da Apple Inc., conforme tem-se especulado devido ao recente acordo entre a Apple dos Beatles e a Apple de Steve Jobs, segundo uma reportagem.

Roger Friedman escreve no Fox News que Neil Aspinal, cabeça da Apple Corps e escudeiro do legado dos Beatles nos últimos 40 anos, disse-lhe no último fim de semana que todas as faixas da banda inglesa logo estarão disponíveis para download. "Todos os 13 álbuns originalmente lançados em CD em 1987 foram remasterizados. Em algum momento serão todos lançados [para download], provavelmente ao mesmo tempo", disse Aspinal.

Segundo Friedman, Aspinal acrescentou que, agora que "ganhou" sua longa batalha contra a Apple Inc., os Beatles logo estarão disponíveis para download.

Friedman lembra que o último imbróglio jurídico entre as duas Apple ocorreu quando a dos Beatles processou a de Steve Jobs em 2002 alegando quebra do acordo feito entre as empresas em 1991 pelo qual a então Apple Computer (hoje Apple Inc.) estava proibida de atuar no mercado musical com a marca Apple. Em decorrência do processo de 2002, a empresa de Steve Jobs pagou à dos Beatles cerca de US$ 43 milhões. "Jobs et al ganharam, mas o caso foi para apelação. Antes que a corte de apelações tomasse uma decisão, um acordo foi feito", referindo-se ao assinado entre elas no início de fevereiro de 2007.

Friedman diz ainda que outras fontes suas (e não o próprio Aspinal, com quem não discutiu o assunto) dizem que os Beatles podem ter ganho da Apple Inc. o direito de receber royalties sobre o iTunes e o hardware do iPod como parte do acordo, mas que ele não envolve downloads. "Mas agora Aspinal diz que, quando as músicas dos Beatles forem oficialmente oferecidas na Internet, 'estarão em todos os serviços, e não em só um'. Portanto, todas as músicas dos Beatles estarão no iTunes, no Rhapsody, etc."

Mais detalhes no artigo completo de Friedman.

Fonte: MacPress

Reflexões sobre Música

Steve Jobs
6 de fevereiro de 2007

Com o impressionante sucesso do tocador de música digital da Apple, o iPod, e também da loja de música on-line iTunes, pediram para a Apple que ela “abrisse” o sistema de gerenciamento de direitos digitais (DRM, digital rights management, no original em inglês) que ela usa para proteger de roubo, a música que vende, de modo que uma canção comprada da iTunes pudesse ser tocada em dispositivos digitais de outras empresas e, por outro lado, que músicas protegidas, compradas em outras lojas on-line pudessem tocar no iPod. Vamos examinar a situação atual e como chegamos até aqui, para depois olhar três possíveis alternativas para o futuro.

Para começar, é sempre bom lembrar que todos os iPods tocam música que não possui qualquer tipo de DRM e gravadas em formatos licenciados “abertos”, como MP3 e AAC. Os donos de iPod podem comprar, e compram, suas músicas de várias fontes, incluindo de CDs que eles adquiriram. As músicas de um CD podem ser facilmente importadas para o programa iTunes, que pode ser baixado gratuitamente e roda tanto em Macs como em PCs com Windows, e automaticamente codificada nos formatos AAC e MP3 sem qualquer DRM. Essas músicas podem ser tocadas em iPods ou em qualquer outro tocador de música que aceite esses formatos abertos.

O atrito está na música que a Apple vende em sua loja on-line, o iTunes store. Já que a Apple não é dona e não possui controle sobre as músicas, ela deve licenciar os direitos de distribuir as canções de outros, especificamente das “quatro grandes” gravadoras: Universal, Sony BMG, Warner e EMI. Estas quatro companhias controlam a distribuição de mais de 70% da música em todo o mundo. Quando a Apple se aproximou dessas empresas para licenciar suas músicas para distribuí-las legalmente pela internet, elas foram extremamente cautelosas e pediram para a Apple que ela protegesse as canções para que não fossem copiadas ilegalmente. A solução foi criar um sistema de DRM, que envelopa cada canção comprada na iTunes store com um software especial e secreto, assim, elas não poderão ser reproduzidas em equipamentos não autorizados.

A Apple conseguiu negociar direitos de uso inéditos para a época, que incluíam permitir aos usuários tocar suas músicas protegidas com DRM em até cinco computadores e em um número ilimitado de iPods. Obter esses direitos das gravadoras foi algo sem precedentes naquele momento, e até mesmo hoje não foi igualado pela maioria dos serviços de música digital. Porém, um ponto chave do nosso acordo com as gravadoras é que se o nosso sistema de DRM for comprometido e as músicas se tornarem reproduzíveis em equipamentos não autorizados, temos apenas algumas poucas semanas para resolver o problema ou eles podem retirar todo o seu catálogo de músicas da nossa iTunes store.

Para evitar cópias ilegais, os sistemas de DRM podem permitir que apenas equipamentos autorizados possam tocar a música protegida. Se uma cópia de uma canção protegida por DRM é colocada na internet, não deverá ser possível tocar no computador onde ela foi baixada ou em um outro equipamento portátil. Para conseguir isso, um sistema de DRM possui seus segredos. Não existe outra teoria de conteúdo protegido que não seja manter segredos. Em outras palavras, ainda que alguém use o sistema de segredos criptográficos mais sofisticado para proteger uma música, as chaves que destravam os segredos para a música devem ser “escondidas” no computador do usuário ou tocador de música portátil. Ninguém ainda implementou um sistema de DRM que não dependa de tais segredos para sua operação.

O problema, é claro, é que existem muitas pessoas espertas no mundo, com muito tempo livre, que adoram descobrir tais segredos e depois publicar o jeito para qualquer um pegar música grátis (e roubada). Essas pessoas, geralmente, têm sucesso em sua empreitada, assim, qualquer empresa tentando proteger seu conteúdo usando um DRM deve frequentemente atualizá-lo com segredos novos e ainda mais difíceis de serem descobertos. É um jogo de gato e rato. O sistema de DRM da Apple se chama FairPlay. Apesar de termos tido algumas falhas no FairPlay, tivemos sucesso em repará-las, através de atualizações no software da iTunes store, o aplicativo iTunes, e nos programas do próprio iPod. Até o momento, mantivemos nosso compromisso com as gravadoras para proteger suas músicas, e demos aos usuários os direitos de uso mais liberais disponíveis na indústria de música baixada da internet legalmente.

Com esse histórico, vamos agora explorar três diferentes alternativas para o futuro.

A primeira alterativa é continuar tudo como está, com cada um dos fabricantes competindo livremente com seus sistemas proprietários “de ponta a ponta” para vender, tocar e proteger música. É um mercado muito competitivo, com grandes empresas globais investindo pesado para desenvolver novos tocadores de música e lojas de música on-line. Apple, Microsoft e Sony, todas competem com sistemas proprietários. As músicas compradas na loja do Zune, da Microsoft, só irão tocar no Zune; as músicas compradas na loja Sony Connect só tocarão nos aparelhos da Sony; e as músicas compradas na iTunes store, da Apple, só irão tocar em iPods. Esse é o atual modelo de negócios na indústria, e os usuários estão sendo bem servidos com contínuos lançamentos de produtos inovadores e uma grande variedade de escolha.

Alguns argumentam que uma vez que o consumidor compra uma quantidade de músicas de uma das lojas virtuais proprietárias, ele está para sempre restrito a usar apenas os tocadores digitais daquela empresa. Ou, se ele comprar um tocador específico, estará atado a comprar apenas as músicas da loja da empresa proprietária. Isso é verdade? Vamos olhar os dados para os iPods e para a loja iTunes store — eles são os produtos de maior sucesso da indústria e temos dados precisos sobre eles. Até o final de 2006, os consumidores compraram um total de 90 milhões de iPods e 2 bilhões de músicas na iTunes store. Na média, isso significa que foram compradas 22 músicas na iTunes store para cada iPod vendido.

Hoje, o iPod mais popular armazena mil músicas, e uma pesquisa aponta que o iPod normalmente está quase cheio. Isso significa que apenas 22 de mil músicas, ou menos que 3% das músicas em um iPod médio, foi comprada na iTunes store e estão protegidas por DRM. Os outros 97% das músicas estão desprotegidas e podem ser reproduzidas em qualquer tocador que utilize formatos abertos. É difícil de acreditar que apenas 3% das músicas em um iPod sejam o suficiente para obrigar os usuários a comprarem apenas iPods no futuro. E desde que 97% das músicas em um iPod não foram compradas na iTunes store, os usuários de iPod claramente não estão presos a comprarem suas músicas apenas na iTunes store.

A segunda alternativa é a Apple licenciar sua tecnologia FairPlay DRM, para os atuais e futuros concorrentes com o objetivo de conseguir uma interoperabilidade entre tocadores e lojas de música de empresas diferentes. Na aparência, parece ser uma boa idéia, já que pode oferecer aos consumidores mais opções agora e no futuro. E a Apple poderia se beneficiar disso, cobrando um pequeno valor pela licença do seu FairPlay DRM. Porém, quando olhamos mais profundamente, os problemas começam a aparecer. O mais sério deles é que licenciar um DRM envolve revelar alguns dos seus segredos para muitas pessoas, em muitas empresas, e a história nos mostra que dessa maneira invariavelmente esses segredos acabam vazando. A internet tem tornado estes vazamentos muito mais prejudiciais, já que um único vazamento pode se espalhar pelo mundo todo em menos de um minuto. Esses vazamentos podem rapidamente resultar em aplicativos disponíveis para download gratuito na internet, que irão desabilitar a proteção DRM para que as canções antes protegidas possam ser reproduzidas em tocadores não autorizados.

Um outro problema tão sério quanto o anterior é como rapidamente reparar o estrago causado por um vazamento. Um reparo com sucesso provavelmente envolve melhorias no software da loja de música, e também nos aplicativos que vão nos tocadores digitais, introduzindo neles novos segredos, depois é preciso transferir esse software atualizado para as dezenas (ou centenas) de milhões de Macs, PCs com Windows e tocadores já em uso. Isso tudo deve ser feito rapidamente e de maneira coordenada. Tal tarefa é muito difícil quando apenas uma empresa controla todas as partes. É quase impossível se múltiplas empresas controlam partes do quebra-cabeça, e todas elas precisam agir rápida e coordenadamente para reparar o estrago feito pelo vazamento.

A Apple concluiu que se ela licenciar o FairPlay para outros, ela não pode mais garantir que irá proteger a música que licencia das quatro grandes gravadoras. Talvez essa mesma conclusão contribuiu para a recente decisão da Microsoft em mudar a sua ênfase de um modelo “aberto” de licenciamento do seu DRM para outros, para um modelo “fechado”, oferecendo uma loja de música proprietária, software proprietário e tocadores proprietários.

A terceira alternativa é abolir o DRM totalmente. Imagine um mundo onde todas as lojas online vendessem música codificada sem DRM, em formatos licenciados abertos. Num mundo assim, qualquer tocador pode reproduzir músicas compradas em qualquer loja, e qualquer loja pode vender música que será reproduzida em qualquer tocador. Essa é, claramente, a melhor alternativa para os consumidores, e a Apple a abraçaria num piscar de olhos. Se as quatro grandes gravadoras licenciassem para a Apple suas músicas sem o requisito que elas fossem protegidas por um DRM, nós mudaríamos para vender apenas música sem DRM na nossa iTunes store. Todo iPod fabricado tocará essa música sem DRM.

Por que as quatro grandes gravadoras concordariam em deixar a Apple e os outros distribuir suas músicas sem usar os sistemas de DRM para protegê-las? A resposta mais simples é porque os DRMs não funcionaram, e poderão nunca funcionar, para deter a pirataria. As quatro grandes gravadoras exigem que todas as suas músicas vendidas on-line sejam protegidas com DRM, essas mesmas gravadoras continuam a vender bilhões de CDs por ano que contém músicas totalmente não protegidas. É isso mesmo! Não existe um sistema de DRM desenvolvido para o CD, assim, todas as músicas distribuídas em CDs podem ser facilmente colocadas na internet e depois (ilegalmente) serem baixadas e tocadas em qualquer computador ou tocador.

Em 2006, quase dois bilhões de músicas protegidas por DRM foram vendidas em todo mundo pelas lojas on-line, enquanto que 20 bilhões foram vendidas totalmente sem DRM e desprotegidas em CDs pelas próprias gravadoras. Elas vendem a grande maioria de suas músicas sem DRM e não dão sinais de mudar esse comportamento, já que o grosso do seu faturamento depende da venda de CDs que devem tocar em tocadores de CD comum que não aceitam nenhum sistema DRM.

Então, se as gravadoras vendem mais de 90% de suas músicas sem DRM, qual o benefício que elas tem em vender o restante de sua pequena porcentagem de canções, encaixotadas em um sistema de DRM? Parece que não existe nenhum. E ainda, o conhecimento técnico e investimento necessário para criar, operar e atualizar um sistema de DRM limitou o número de participantes aptos a vender música protegida por DRM. Se tais requisitos fossem removidos, a indústria da música poderia experimentar um fluxo de novas empresas dispostas em investir em novas lojas inovadoras e tocadores. Isso só pode ser visto como positivo pelas gravadoras.

Muitas preocupações sobre os sistemas DRM forma levantados em países europeus. Talvez aqueles descontentes com a atual situação devessem redirecionar suas energias para persuadir as gravadoras a vender música sem DRM. Para os europeus, 75% das quatro grandes gravadoras estão localizadas ali, bem pertinho deles. A maior, Universal, é 100% comandada pela Vivendi, uma empresa francesa. A EMI é uma empresa britânica, e a Sony BMG é 50% comandada pela Bertelsmann, uma empresa alemã. Convencê-las a licenciar suas músicas para a Apple e para os outros competidores sem DRM vai criar um mercado musical verdadeiramente interoperável. A Apple apoiará completa e entusiasticamente.

Fonte: Noticias Apple Brasil

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Sim, músicas compradas no iTunes podem ser tocadas em qualquer tocador MP3

COMENTANDO a carta aberta escrita por Steve Jobs, diretor-presidente da Apple Inc., um jornalista do BBC News escreveu que, por usar seu próprio sistema DRM de proteção antipirataria, músicas compradas no serviço iTunes Music Store, da Apple, só podem ser reproduzidas no tocador iPod, também da Apple. Não é verdade.

Em seu artigo, Jonathan Fildes comenta que Jobs argumenta em sua carta que os diferentes sistemas DRM de proteção anticópia usados para proteger da pirataria música digital vendida em serviços online não têm funcionado e sonha com um mundo no qual a indústria da música abandone o DRM.

"Mas com a Apple agora assumindo um proeminente papel no mercado de música digital, conseguirá Steve Jobs esmagar os planos da indústria e pavimentar o caminho para um futuro livre do DRM?", pondera Fildes, que cita a resposta de Paul Jackson, analista da Forrester Research, para quem as gravadoras ainda não estão prontas para tanto. "O fato de estarmos começando a ver rachas surgindo no proverbial DRM significa que veremos gravadoras optando por abandoná-lo. Mas acho que ainda demorará muito antes que uma grande empresa como Sony Columbia leve em consideração conteúdo livre de DRM", opina Jackson.

Em dado ponto de seu artigo, Fildes afirma que o sistema DRM da Apple não permite que músicas compradas no iTunes sejam reproduzidas em tocadores que não o da própria Apple.

Para o correto esclarecimento da opinião pùblica o MacPress informa que músicas compradas no iTunes podem ser reproduzidas em iPods, em computadores Mac e PC/Windows com o software iTunes, em certos modelos de celular Motorola e gravadas em CDs de áudio comum para serem reproduzidas em qualquer CD player e/ou convertidas em outro formato compatível com qualquer tocador existente. Clientes da loja iTunes nem mesmo precisam de um iPod para tocar músicas compradas nela. Por fim, o iPod pode tocar músicas que não vieram da loja iTunes.

(ATUALIZAÇÃO: Após diversas queixas de leitores, o BBC News corrigiu a matéria.)

Fonte: MacPress

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Petição Online: iTunes pra Linux

Normalmente abaixo-assinados não valem grande coisa. Abaixo-assinados na Internet então são o cúmulo da inutilidade. Qualquer um com acesso a um banco de nomes e conhecimentos básicos de programação faz um script para assinar a petição que quiser. Mesmo assim, há quem insista.

Agora surgiu uma petição pedindo para a Apple criar uma versão do iTunes para o Linux.

Economicamente se os iPods não fossem feitos inicialmente para os Mac, não faria sentido ter iTunes nem pra MacOS.

O Blog Falso do Steve Jobs publicou um link para a tal petição, sugerindo que os leitores assinassem, com nomes falsos e de duplo sentido, como lga Fukyercelf, Ivanna Humpadog, Ima McHoe, Balzac T. Bagger, Peekup Andropov e Jack Meoff. Agora a petição já está com 782 assinaturas, e os nomes cada vez mais hilários.

Fonte: Meiobit.com

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