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quinta-feira, 24 de maio de 2007

SPAM o combate continua!

Hoje em dia, um dos maiores problemas da internet tem um pequeno nome, mas significa uma enorme dor de cabeça para qualquer administrador de rede e principalmente para qualquer pessoa que possua um ou mais e-mails

Spam (O E-mail do inferno)

Mas um enorme avanço no combate a esta praga está preste a ser dado:
O projeto DomainKeys Identified Mail acaba de ser aprovado pela Internet Engineering Task Force (IETF). Em breve, pode tornar-se o standard por que todos os internautas esperavam.

O DomainKeys tem em vista a constituição de um standard que permite eliminar o envio de e-mail não solicitado (spam), bem como de mensagens típicas de phishers e piratas que pretendem obter dados confidenciais dos internautas.

O standard tem sido trabalhado pela Cisco, Yahoo!, Sendmail e PGP Corporation.
A primeira versão de um futuro standard do DomainKeys já foi aprovada pela IEFT, organização que engenheiros e especialistas no desenvolvimento de tecnologias e arquiteturas relacionadas com a Web, noticia a Cnet.

O DomainKeys recorre a um sistema de autenticação e verificação de assinaturas eletrônicas.
Se um e-mail é enviado, mas a assinatura digital não coincide com aquela que foi registrada por uma pessoa ou uma organização no DomainKeys, há então uma probabilidade de se tratar de spam.

As assinaturas eletrônicas recorrem a processos de criptografia, que são considerados invioláveis. (???)

(Só espero que seja mais inviolável que o código do HD-DVD!)

O DomainKeys não pretende eliminar os e-mails ou vedar o acesso dos autores das mensagens com assinaturas falsas – a filtragem deverá ser posta em prática pelos Servidores de Acesso à Internet (ISP) ou pelos provedores de caixas de correio eletrônicas.

Os especialistas acreditam que este novo sistema pode revelar-se muito mais eficaz no combate ao spam que os tradicionais filtros das produtoras de antivírus, que se limitam a utilizar listas negras de endereços e temas.

Fonte: Exame Informática

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Microsoft apresenta produtos de segurança

Forefront tem antivírus, firewall e anti-spam. É a mais recente novidade da Microsoft e promete ser uma de dor de cabeça para as empresas de segurança eletrônica.

Apesar de queixas e polêmicas, a Microsoft vai mesmo avançar com o lançamento de uma gama de produtos de proteção de computadores, redes e servidores de empresas.

(Embora eu tenha uma certa dificuldade em confiar em produtos Microsoft, para proteger produtos Microsoft, quem sabe se dessa vez eles não acertam?)

A companhia acaba fornecer as principais características do Forefront, uma solução formada por ferramentas antivírus, proteções para sistemas de mensagens instantâneas, correio eletrônico, filtros de spam e firewall.
Com esta iniciativa, a Microsoft passa a ser uma das principais ameaças a empresas como McAfee, Computer Associates ou Symantec, que têm dominado o mercado da segurança eletrônicas.

Em breve, a “gigante” do software vai poder juntar aos sistemas operacionais e aplicações de gestão de redes em uma nova gama de aplicações de segurança.

De acordo com dados recolhido pelo jornal "El Pais", a companhia de Bill Gates pretende lançar soluções 20% a 30% mais baratas que a concorrência.
O licenciamento deverá ser pago por assinatura anual, cujo valor varia conforme o número de usuários.

Para evitar eventuais acusações de abuso de posição dominante, a Microsoft tratou de garantir a compatibilidade dos seus sistemas com aplicações de segurança da concorrência.

Fonte: Exame Informática

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Aparelhos móveis podem expor redes corporativas a ameaças de segurança

Framingham - Aumento no número de funcionários que usam aparelhos móveis, aliado ao relapso de muito deles, pode minar segurança corporativa.

A última ameaça de segurança que ronda escritórios está facilmente acessível às mãos em fivelas nos cintos ou jogados em bolsas dos funcionários.

Aparelhos sem fio que podem enviar e receber e-mail - smartphones com Windows Mobile e Symbian ou a linha BlackBerrie - estão emergindo como ameaças corporativas sérias por seu uso ter se tornado tão amplo e avançado que crackers estão se focando nos gadgets para roubar dados corporativos, afirmas experts de segurança e fabricantes.

"Já houveram casos de vírus e outros malwares que atingem telefone celulares sem qualquer tipo de conseqüência mais grave, mas definitivamente haverá problemas maiores", analisa David Ferris, presidente da Ferris Research.

Ameaças em mensagens móveis ainda são raras, de acordo com David Champine, diretor-sênior de marketing de produtos da fabricante de segurança Cloudmark.

Um deste é o spam de SMS, que pode direcionar o usuário atingido para um site onde o cracker vende algum produto ou, pior, induzir o download de softwares que roubam dados financeiros e pessoais dos usuários.

Esta preocupante forma de spam acontece há anos, mas prevalece nos Estados Unidos, onde o envio de mensagens é bem mais popular que na Europa e Ásia.

Muito mais preocupantes são as ameaças que surgem que empregados acessam seus e-mails corporativos e outras aplicações a partir de um aparelho sem fio, disse Champine.

Como muitos usuários navegam normalmente e checam seus e-mails a partir dos gadgets, que não têm antivírus, antispam e outros softwares de segurança em sua maioria, os aparelhos podem servir para infectar micros de mesa, explica Champine.

Como o aparelho móvel do funcionário está aberto para tais ameaças, a rede inteira de toda a companhia também fica quando o gadget é sincronizado com o servidor de Exchange ou com a aplicação CRM do ambiente corporativo, afirmou ele.

"As pessoas confiam nestes aparelhos, pelo fato de haver a responsabilidade dos profissionais de TI, mas crackers sempre buscam pelo maior retorno na porta de acesso menos conhecida do aparelho", afirma.

Crackers também começam a ensaiar ataques diretos às redes dos provedores de serviços móveis.

A McAfee, que desenvolve softwares de segurança para operadoras móveis que protegem telefones celulares de vírus, cavalos-de-tróia e outras ameaças, no começo do mês divulgou descobertas de um estudo mundial com 200 operadoras.

Dos respondentes, Cerca de 83% afirmou que suas redes foram infectadas por ameaças que afetam os aparelhos conectados a elas.

Os entrevistados também disseram que o resultado primário destes malwares em seus negócios é a diminuição da confiança e satisfação dos clientes - que pode ser um grande problema na indústria móvel, em que usuários trocam rapidamente de operadora -, além da diminuição da performance da rede.

Há um preço a ser pago, no entanto, para melhor segurança móvel. Empregados com gadgets não demorarão em lamentar se precisarem carregar um telefone apenas para o e-mail corporativo e outro para assuntos pessoais, afirma ele.

Departamentos de TI deverão limitar a quantidade de dados trafegados que o usuário pode acessar na rede interna, o que pode reduzir o risco de infecções e invasões.

*Cara Garretson é editora do NetWork World, em Framinghan.

Fonte: IDG Now!

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